Todas as noites ele acrescentava algo à estrutura de suas fantasias até que a sonolência soterrasse essa cena vívida num abraço de esquecimento. Por um tempo, as ilusões lhe propiciaram um escape para a imaginação; eram uma alusão satisfatória à irrealidade da realidade, uma promessa de que a rocha do mundo estava assentada numa asa de fada.